Museu da Cana é parceiro da Terra Incentivos Fiscais

O Museu da Cana, em Pontal-SP, que abriga o mais importante acervo da indústria canavieira do Brasil, tem a Terra Incentivos Fiscais como parceira na captação de recursos oriundos de impostos pelas Leis de Incentivos Fiscais brasileiras. Concebido por uma instituição sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, o local foi aberto ao público em 14 de dezembro de 2013 e, em seus três primeiros anos de funcionamento, recebeu mais de 100 mil visitantes.

Desde então, vem firmando parcerias com instituições de cultura e de ensino universitário, tais como a USP Ribeirão Preto (Faculdade da Ciências da Informação), a USP São Carlos (Faculdade de Arquitetura) e Universidade Barão de Mauá (Faculdade de Arquitetura).

O projeto objetiva implementar ações de pesquisas, educação, cultura, conservação e manutenção de edifícios históricos, da linha de produção do século XIX e ainda de outros 30 mil objetos originais do Engenho Central do município, uma usina de açúcar construída por Francisco Schmidt em 1906.

O local é considerado pelos historiadores e pesquisadores como a “célula mater” do setor sucroalcooleiro na região nordeste do estado de São Paulo.

 

Pesquisa
A elaboração do projeto tem, como base e essência, a busca por referências sobre a arquitetura e produção do açúcar e derivados, tais como pinga, cachaça e álcool. O organização dos trabalhadores na colheita da cana e o cotidiano do trabalho também entram no escopo. Depoimentos de antigos funcionários do Engenho Central entram como uma forma de se abranger o máximo possível de informações.

 

Restauro
Tratamentos de conservação do acervo histórico – que inclui, além de objetos, os próprios edifícios do Engenho Central – são realizados anualmente. Ainda serão feitos reparos e revitalização da área de moenda, cujos equipamentos são feitos em madeira e aço montados no início do século XX.

 

Oficinas Técnicas
Em parceria com instituições de ensino superior – como o curso de Ciências da Informação e Arquitetura da USP Ribeirão Preto e São Carlos e Faculdades como Barão de Mauá e Moura Lacerda, por exemplo -, o Museu oferece oficinas de restauro, higienização, organização de arquivo e de história local para jovens estudantes.

 

Excursões Escolares
Outra ação educativa e cultural importante a ser desenvolvida em 2017 para estudantes. O objetivo do Museu é se aperfeiçoar para oferecer visitas orientadas, atividades de férias, atividades culturais e palestras.

 

Capacitação de Jovens
O Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e o Museu da Cana celebraram uma parceria para a realização do curso de capacitação de jovens no manejo da agricultura e pecuária. Em 2017, formaremos a primeira turma com 35 adolescentes entre 14 e 17 anos. Serão 114 horas/aula, com duração de nove meses.

 

Trabalhos Especiais
A elaboração de uma maquete, em 2016, do edifício onde funcionou a antiga Usina Schmidt, fez parte de uma proposta de ampliar ações educativas do Museu com o objetivo de levar o entendimento do processo de produção do açúcar para crianças. E o material ainda pode ser tocado por pessoas com deficiência visual.

Para o Plano Anual de 2017, a ideia é avançar mais no programa de acessibilidade. O programa contempla um curso de capacitação aos monitores para comunicar e lidar com pessoas com diferentes necessidades e textos em braile para folders e legendas.

 

Eventos Culturais
O Museu da Cana promove manifestações populares tradicionais na região e no Engenho Central. Dentre os eventos tradicionais estão a Folia de Reis, Catira, festas juninas, ‘contação’ de histórias, cantigas e brincadeiras. Também é oferecida a construção de uma hortinha e noções de cuidados com a terra e a natureza.

 

Comunicação
O Plano de Comunicação tem como meta construir um perfil institucional de excelência com os públicos, a ser consolidado por meio de ambientes online e offline: Site, Facebook, Foursquare, Instagram.

Materiais gráficos serão impressos em três línguas: português, inglês e espanhol. Tal fato atenderá com qualidade a demanda do público estrangeiro no Museu, que já recebeu visitas de canadenses, japoneses, chineses, franceses, indianos, entre outros.

O Museu da Cana também está adotando os QR Codes como complementação à visita. Além do serviço dos monitores, os visitantes podem utilizar smartphones, com aplicativos de leitura de QR Codes para se aprofundar nos conteúdos relacionados ao acervo.

 

Foto: Edson Martinez Jr.

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